A sigla AVC refere-se ao Acidente Vascular Cerebral, problema que provoca a morte de um brasileiro a cada cinco minutos. Este mal, mesmo quando não provoca a morte, pode ser devastador na vida da pessoa atingida.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o AVC é a maior causa de incapacidade em todo o mundo. Entre as sequelas estão: perda de força nos membros, alterações visuais, de equilíbrio e de fala, declínio da atividade cognitiva, dor e, até mesmo, depressão.

Como ele ocorre? 

O acidente vascular cerebral ocorre quando um vaso sanguíneo que leva sangue e nutrientes para o cérebro para de funcionar, seja por obstrução (acidente vascular cerebral isquêmico) ou por rotura causando hemorragia (acidente vascular cerebral hemorrágico). Quando isso acontece, uma parte do cérebro não recebe mais o sangue e oxigênio que necessita e células cerebrais começam a morrer. A extensão e localização do dano cerebral determina a gravidade do AVC, que pode variar de leve a fulminante.

Qualquer pessoa está suscetível a um episódio de acidente vascular cerebral, independente de idade ou sexo. Poucas pessoas sabem, mas mesmo crianças podem sofrer um episódio de AVC. Os fatores de risco são diferentes entre crianças e adultos, mas os sinais de alerta são praticamente os mesmos:

  • Verificar se a boca está torta quando ela sorri;
  • Verificar se é possível levantar os dois braços;
  • Verificar se a fala da pessoa está arrastada ou complicada.

Assim que os sintomas forem notados, é preciso chamar o SAMU. A rapidez no atendimento é o fator que determina a sobrevivência e a qualidade de vida após um episódio de acidente vascular cerebral. Por isso, reconhecer os sintomas é essencial para o combate a este problema.

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