Esta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) entregou a Cuba o certificado de cumprimento duplo da meta de eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, assim como da sífilis congênita.

A transmissão vertical, passada de mãe para filho, pode acontecer durante a gestação, o parto ou a amamentação. As chances de ocorrer variam entre 15% e 45%.

Desde 2010, Cuba implanta ações como a assistência pré-natal precoce e exames de HIV e sífilis tanto nas mulheres grávidas quanto nos pais. Além disso, oferece tratamento às mulheres soro positivo e a seus bebês. Também há incentivo ao uso de preservativos.

Quando todo o tratamento é realizado pelas mulheres, a chance de transmissão do HIV cai para apenas 1%.

A OMS considera eliminada a transmissão vertical do HIV quando um país registra menos de dois bebês infectados para cada 100 nascidos de mães portadoras do vírus. No caso da sífilis, é menos de um em cada 2000 casos.

Cuba recebeu a certificação após registrar no ano passado apenas os casos de dois bebês que nasceram com HIV e outros cinco com sífilis congênita.

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