A famosa “alma gêmea” ou o “amor à primeira vista” realmente existem? Como escolhemos o nosso parceiro?

Em uma entrevista à revista portuguesa Activa, a terapeuta familiar e escritora, Margarida Vieitez, afirma que os hormônios interferem no início no relacionamento, quando estão se conhecendo, mas é a química emocional que proporciona a longevidade das relações. Esta tal química é aquilo que nós somos, as experiências vividas e os gostos.

Segundo a terapeuta, há uma tendência a escolhermos pessoas semelhantes a nós, tanto de jeito e físico quanto de princípios. Também acontece de a pessoa amada possuir alguma característica que nos falta e que gostaríamos de ter. No entanto, é a característica semelhante que geralmente atrai.

A genética também costuma interferir. A química sexual tende a ocorrer quando os sistemas imunológicos são parecidos.

Nos apaixonamos por quem é semelhante, teve experiência e criação igual a nossa. Procuramos por um companheiro que seja capaz de compreender a situação e a nossa história.

COMENTÁRIOS:

Comente

Deixe aqui sua opinião...