Uma das tarefas mais difíceis que existe é colocar em prática a máxima que diz: “Amar o seu corpo como ele é!”

Esta dificuldade é uma consequência da pressão que a sociedade impõe ao categorizar cada pessoa pelo seu tipo físico. Esta atitude acaba diminuindo a autoestima de muitas pessoas, que acabam sofrendo distúrbios alimentares e chegam a entrar em depressão, por ter vergonha da sua aparência.

Para as pessoas que buscam ajuda para se aceitarem, Whitney Thore é um ótima conselheira. Para quem não a conhece, ela é uma jovem que descobriu há 10 anos sofrer de Síndrome do Ovário Policístico (SOP) e, em decorrência deste mal, engordou 90 quilos. A nova situação abalou a sua autoestima e a fez ficar trancada em casa durante muito tempo, até buscar ajuda de uma psicóloga, que a incentivou a voltar a fazer o que mais amava, dançar.

A dança elevou a sua autoestima e a incentivou a criar vídeos no You Tube, onde ela mostra a sua arte corporal. Após a viralização de seus clipes, diversas pessoas enviaram mensagens à Whitney para agradecer, justamente por ter conseguido se amar, adorar o corpo e se sentir bem.

Toda a sua popularização rendeu um projeto denominado “No Body Shame” (sem vergonha do corpo, em uma tradução livre). Este incentiva as pessoas a aceitarem o corpo e se “relacionarem” bem com ele.

Assista a uma das apresentações de dança:

Os vídeos começaram a serem postados em dezembro e já atingiram milhares de pessoas.

Para quem desconhece a Síndrome do Ovário Policístico, é um desequilíbrio nos hormônios sexuais femininos, que pode causar alterações no ciclo menstrual, mudanças na pele e aumento dos pelos, pequenos cistos nos ovários, dificuldade para engravidar e elevação do peso. Por isso, é importante consultar uma ginecologista anualmente.

 

 

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