Como muitos alimentos que prometem “milagres”, o óleo de coco também ganhou a graça do público com a promessa do tão sonhado emagrecimento fácil, além de prevenir algumas doenças.

Mas de tudo que ouvimos, no que devemos realmente acreditar?

Para esclarecer pontos sobre o assunto, vamos analisar algumas características deste alimento que já foram comprovadas pela ciência.

De acordo com o posicionamento da Associação Americana de Dietética (American Dietetic Association), baseada em um banco de dados sobre medicamentos naturais, até o momento não há evidências suficientes que comprovem a efetividade do uso do óleo de coco para redução de peso, melhora do colesterol, diabetes, fadiga crônica, doença de Crohn e síndrome do intestino irritável. Isso se justifica pelo fato de o óleo de coco possuir uma elevada quantidade de gordura saturada, considerada maléfica ao nosso organismo.

Além de não haver comprovação científica, não podemos esquecer que o óleo de coco, como qualquer outra gordura, é rico em calorias e o seu excesso pode ocasionar o aumento do colesterol e do ganho de peso indesejado.

Entretanto, alguns pesquisadores apontam que o óleo de coco pode trazer alguns benefícios para a saúde se ele for usado para substituir outros óleos. Em sua composição está o ácido graxo, substância que possui uma metabolização mais rápida.

O que devemos sempre reforçar é que para uma vida saudável não existe uma fórmula mágica. O que devemos é manter hábitos de alimentação saudável e praticar exercícios físicos de maneira regular.

“Antes de colocar sua saúde em risco com alimentos da moda, busque informações confiáveis e sempre consulte um profissional da saúde especializado”.

Fonte: Equipe Qualidade de Vida Victory

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