O BILINGUISMO:
Segundo uma nova pesquisa, o cérebro das pessoas bilíngues funciona melhor e por mais tempo depois de desenvolver a doença, o que sugere que aprender um segundo idioma tem um efeito protetor contra as disfunções cognitivas decorrentes da velhice.

Publicado na revista médica “Trends in Cognitive Sciences”, o estudo examinou 450 pacientes que tinham desenvolvido o Mal de Alzheimer. Metade deles era bilíngue e a outra parte falava apenas uma língua. Algumas das observações feitas foram as seguintes:

  • Os bilíngues tinham sido diagnosticados com mal de Alzheimer cerca de 4 anos mais tarde.
  • Aqueles que falavam duas línguas eram de 4 a 5 anos mais velhos, ou seja, foram capazes de lidar com a doença por mais tempo.
  • Mesmo tendo deterioração cerebral mais avançada, as pessoas bilíngues agem como os pacientes cuja doença é menos avançada.

Os pesquisadores concluíram que o bilinguismo protege os idosos. Mesmo após o mal de Alzheimer começar a afetar sua função cognitiva, essas pessoas continuam a funcionar normalmente. É importante ressaltar que ser bilíngue não previne a doença. Porém, permite que aqueles que desenvolvem mal de Alzheimer lidem melhor com ela.

A ALIMENTAÇÃO:
Mas para aqueles que não tiveram a oportunidade de desenvolver um segundo idioma, a alimentação pode ajudar a melhorar a saúde mental e a memória. De acordo com especialistas, alimentos compostos por antioxidantes e omega-3 fazem a diferença quando a velhice chega. De  verduras a peixes, aqui vão 5 coisas que podem ajudar o seu cérebro:

  • Nozes: contêm quantidades altas de antioxidantes que combatem os danos causados às células cerebrais pelos radicais livres. Estudos publicados no Journal of Nutrition observaram que as nozes reverteram em 2% os sinais de envelhecimento do cérebro, além de melhorar as habilidades de processamento de informações.
  • Cenoura: contêm níveis elevados de luteolina que reduzem deficiências cognitivas relacionadas ao envelhecimento e inflamações no cérebro, de acordo com estudo publicado no Journal of Nutrition. Azeite, pimentas e aipo também contêm a substância.
  • Peixes: ricos em Omega-3, os peixes são conhecidos por retardar o declínio cognitivo que vem junto com a velhice. Duas refeições de peixe por semana foram responsáveis por desacelerar o declínio mental em 13%, de acordo com estudo publicado no Archives of Neurology.
  • Café e chá: além de manter o cérebro acordado em manhãs lentas, estudos mostram que os estimulantes podem ajudar a prevenir o Alzheimer e melhorar as funções cognitivas.
  • Espinafre: carregado de vitaminas C e E, a verdura pode aumentar de 500 a 900 porcento os tecidos nervosos do cérebro. Deficiências motoras e perda de memória relacionada ao envelhecimento foram revertidos após uma refeição de espinafres, de acordo com estudo do Journals of Gerontology.

COMENTÁRIOS:

Comentários

5 Respostas para “Da fala à alimentação: 6 coisas que passam pela sua boca e ajudam a memória na velhice”
  1. Ester s s disse:

    nossa meus parabens amei ler essa materia é sempre muito importante
    as informações para se fucar ciente dos problemas principalmente
    a relasão a doenças muito bom mesmo um grande abraço

  2. Santa Pauli disse:

    Fiquei muito feliz em saber que pimenta é bom para saude tenho 70 anos e como pimenta desde de criança e nunca me fez mal durmo tarde e acordo tarde mais ainda trabalho faço artesanato pinto telas e cuido da minha horta adoro meus temperos naturais..adorei este Blog da Saude. Parabens.

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