Os estudos publicados na revista médica The Lancet dão um panorama geral da obesidade no mundo.

Os dados foram coletados com base no IMC (Índice de Massa Corporal), que é calculado ao se dividir o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros).

Se o resultado for menor que 20, a pessoa está abaixo do peso ideal. Entre 20 e 25, o peso é o ideal. Acima de 25, o indivíduo sofre com sobrepeso. O IMC a partir de 30 indica obesidade e maior que 35, obesidade mórbida.

Você pode fazer o cálculo com o seu próprio peso e descobrir em que grupo se encaixa; os dados a seguir são referentes a todo o Brasil.

De 28 países, as brasileiras estão em 15º na lista, enquanto os brasileiros ficaram em 19º do mesmo ranking, com IMC de 26 entre as mulheres e de 25,8 entre os homens – o que indica sobrepeso em ambos os casos.

Veja abaixo a lista dos países com maior média de IMC. A população da ilha de Nauru, no Pacífico Sul, é a mais afetada pela obesidade, seguida pelos Estados Unidos, enquanto os homens da República Democrática do Congo são os mais magros e o maior número de mulheres abaixo do peso ideal está em Bangladesh:

HOMENS:

– Nauru : 33,9
– Estados Unidos : 28,5
– Arábia Saudita : 27,9
– Austrália : 27,6
– Canadá : 27,5
– Espanha : 27,5
– Argentina : 27,5
– Reino Unido : 27,4
– México : 27,4
– Alemanha : 27,2
– África do Sul: 26,9
– Bélgica : 26,8
– Polônia : 26,7
– Egito : 26,7
– Itália : 26,5
– Suíça: 26,2
– Rússia: 26
– França: 25,9
– Brasil : 25,8
– Cuba: 25,1
– Argélia: 24,6
– Japão: 23,5
– Tailândia: 23
– Nigéria: 23
– China: 22,9
– Índia: 21
– Bangladesh: 20,4
– RD Congo: 19,9

MULHERES:

– Nauru: 35
– Egito: 30,1
– Arábia Saudita: 29,6
– África do Sul: 29,5
– México: 28,7
– Estados Unidos: 28,3
– Argentina : 27,5
– Rússia: 27,2
– Austrália: 26,9
– Reino Unido: 26,9
– Canadá: 26,7
– Cuba: 26,6
– Espanha: 26,3
– Argélia: 26,4
– Brasil : 26
– Polônia: 25,9
– Alemanha: 25,7
– Bélgica: 25,1
– França: 24,8
– Itália: 24,8
– Tailândia: 24,4
– Suíça: 24,1
– Nigéria : 23,7
– China: 22,9
– Japão: 21,9
– RD Congo: 21,7
– Índia: 21,3
– Bangladesh: 20,5

Mundo

Em 2008, mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo eram clinicamente obesas, ou seja, tinham um IMC superior a 30. A incidência era maior entre o sexo feminino, com 297 milhões de casos de mulheres obesas, contra 205 milhões de homens obesos.

Este número representa mais de 10% da população mundial, o dobro do registrado em 1980.

O estudo recorda que o sobrepeso, que é produto da má alimentação e da falta de atividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de câncer. O problema seria a origem de 3 milhões de mortes por ano.

Hipertensão

O estudo mostra que, em contraste com o aumento da obesidade, a proporção da população mundial que tem problemas de hipertensão diminuiu entre 1980 e 2008.

Os países ricos foram os que alcançaram os maiores avanços no controle da pressão alta. No entanto, houve a constatação que há países emergentes e pobres que enfrentam problemas que não tinham sido detectados antes.

*Via R7, France Presse

Os estudos publicados na revista médica The Lancet dão um panorama geral da obesidade no mundo.

Os dados foram coletados com base no IMC (Índice de Massa Corporal), que é calculado ao se dividir o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros).

Se o resultado for menor que 20, a pessoa está abaixo do peso ideal. Entre 20 e 25, o peso é o ideal. Acima de 25, o indivíduo sofre com sobrepeso. O IMC a partir de 30 indica obesidade e maior que 35, obesidade mórbida.

Você pode fazer o cálculo com o seu próprio peso e descobrir em que grupo se encaixa; os dados a seguir são referentes a todo o Brasil.

De 28 países, as brasileiras estão em 15º na lista, enquanto os brasileiros ficaram em 19º do mesmo ranking, com IMC de 26 entre as mulheres e de 25,8 entre os homens – o que indica sobrepeso em ambos os casos.

Veja a lista dos países com maior média de IMC. A população da ilha de Nauru, no Pacífico Sul, é a mais afetada pela obesidade, seguida pelos Estados Unidos, enquanto os homens da República Democrática do Congo são os mais magros e o maior número de mulheres abaixo do peso ideal se encontram em Bangladesh:

HOMENS:

- Nauru : 33,9

- Estados Unidos : 28,5

- Arábia Saudita : 27,9

- Austrália : 27,6

- Canadá : 27,5

- Espanha : 27,5

- Argentina : 27,5

- Reino Unido : 27,4

- México : 27,4

- Alemanha : 27,2

- África do Sul: 26,9

- Bélgica : 26,8

- Polônia : 26,7

- Egito : 26,7

- Itália : 26,5

- Suíça: 26,2

- Rússia: 26

- França: 25,9

- Brasil : 25,8

- Cuba: 25,1

- Argélia: 24,6

- Japão: 23,5

- Tailândia: 23

- Nigéria: 23

- China: 22,9

- Índia: 21

- Bangladesh: 20,4

- RD Congo: 19,9

MULHERES:

- Nauru: 35

- Egito: 30,1

- Arábia Saudita: 29,6

- África do Sul: 29,5

- México: 28,7

- Estados Unidos: 28,3

- Argentina : 27,5

- Rússia: 27,2

- Austrália: 26,9

- Reino Unido: 26,9

- Canadá: 26,7

- Cuba: 26,6

- Espanha: 26,3

- Argélia: 26,4

- Brasil : 26

- Polônia: 25,9

- Alemanha: 25,7

- Bélgica: 25,1

- França: 24,8

- Itália: 24,8

- Tailândia: 24,4

- Suíça: 24,1

- Nigéria : 23,7

- China: 22,9

- Japão: 21,9

- RD Congo: 21,7

- Índia: 21,3

- Bangladesh: 20,5

Mundo

Em 2008, mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo eram clinicamente obesas, ou seja, tinham um IMC superior a 30. A incidência era maior entre o sexo feminino, com 297 milhões de casos de mulheres obesas, contra 205 milhões de homens obesos.

Este número representa mais de 10% da população mundial, o dobro do registrado em 1980.

O estudo recorda que o sobrepeso, que é produto da má alimentação e da falta de atividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de câncer. O problema seria a origem de 3 milhões de mortes por ano.

Outra conclusão destacada pelos estudos é que, em contraste com o aumento da obesidade, a proporção da população mundial que tem problemas de hipertensão (hipertensão) diminuiu entre 1980 e 2008.

Os países ricos foram os que alcançaram os maiores avanços no controle da pressão alta. No entanto, a boa notícia esteve acompanhada pela constatação que há países emergentes e pobres que enfrentam problemas que não tinham sido detectados antes.

É o caso das nações do Báltico e dos países do leste e do oeste do continente africano, que registram os níveis de pressão sanguínea mais altos do mundo, igualando os existentes em algumas partes da Europa há três décadas.

O professor Majid Ezzati, da Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres, explicou que esses resultados “demonstram que o sobrepeso, a obesidade, a hipertensão e o colesterol alto já não são problemas ocidentais e problemas exclusivos das nações ricas”.

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