Uma das primeiras reações da atualidade frente a uma situação inesperada é pegar o celular do bolso, tirar foto, filmar, dividir com os amigos nas redes sociais e mais tarde publicar no blog pessoal. Tudo isso antes de sair correndo.

Assim, o professor Jules White, da universidade americana Virginia Tech, quer que essas ferramentas sejam usadas em prol da ciência.

O modo é muito simples. Ele recebeu um financiamento de U$ 65 mil do governo americano para criar um sistema de coleta de dados enviados de áreas de desastre.

Assim, fotos de uma ave coberta de óleo tiradas por um cidadão com o seu celular iriam parar no mesmo banco de dados que reúne medições realizadas por equipamentos científicos sofisticados.

Esse sistema de coleta reuniria, então, o máximo de dados possíveis sobre determinado desastre e teria a finalidade de ajudar a comunidade científica, operações de resgate e ajuda humanitária a ter muito mais subsídios para trabalhar e maior agilidade nos processos.

Com as imagens de enchentes, por exemplo, o sistema poderia identificar áreas mais afetadas e ser útil para definir prioridades de ação. O sistema deve ser simples a ponto de qualquer criança conseguir usá-lo.

Queimadas, secas, tempestades, queda de árvores. A gama de possibilidades é imensa se utilizado como forma de cooperação.

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* Com informações da BBC

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