Essa é a sua atitude quando repara que uma pessoa sofre de bullying na empresa?

É comum ouvirmos sobre bullying entre crianças na escola e esquecer que os abusos podem acontecer no mercado de trabalho. As empresas não estão preparadas para combatê-lo, e muitas vezes, optam pela omissão.

O resultado: empregados com saúde mental afetada e consequências negativas para ambos, funcionário e empresa.

Isto porque um evento de bullying no trabalho apaga da memória qualquer evento positivo anterior, como promoção ou aumento, e passa a ser o evento mais lembrado para o trabalhador depois do fim do contrato. A pesquisa foi feita pela American Psychological Association.

Outro dado curioso, publicado no periódico britânico Guidance & Counselling, mostra que algumas empresas acham o bullying aceitável. Alguns se juntam aos que praticam, enquanto outros fingem não reparar.

Há aquelas em que não sabem distinguir brincadeiras ou conflitos pessoais do bullying. Para alguns executivos, a prática é vista como forma de deixar uns mais fortes que outros, um “mal necessário” na construção de caráter.

Estudos mostram que o problema é passado adiante, o que significa que o modo como os chefes são ou foram tratados um dia, pode refletir em como eles tratam sua equipe.

O que fazer, então?

Um estudo da Universidade de Minnesota revela o que aconteceu em empresas que estabeleceram normas para combater o bullying. Grupos se formam e pode desencadear atos em excesso e gerar tensão no ambiente de trabalho.

Muitas vezes a agressão é feita de acordo com a posição profissional. Uma pesquisa aponta que estas pessoas, normalmente, acham que seu ambiente de trabalho é um local injusto e que seu trabalho não está sendo bem avaliado.

A SUGESTÃO É MUITO SIMPLES

Chefes e gerentes devem proporcionar um ambiente mais colaborativo onde a opinião de todos tenha importância e poder decisório dentro da empresa. Essa simples atitude pode combater a agressividade.

E você? Como age na empresa em que trabalha? Comente.

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