São 22.700 na fila de espera por um transplante de córnea em todo o Brasil que pode durar até três anos. O Rio de Janeiro é o Estado com mais pessoas na lista – passam de 3.000.

Para acabar com isso, o CBO – Conselho Brasileiro de Oftalmologia em parceria com o Conselho Federal de Medicina estipularam a meta de zerar em 8 meses a lista dos que aguardam. Contam com o aval do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde e da liberação de R$2,3 milhões para criar bancos de armazenamento e capacitar profissionais.

Principais falhas

O principal problema está em armazenar as córneas para dar tempo de fazer a cirurgia, e com isso, muitas são jogadas fora. Acabam por não resistir ao tempo de localizar o receptor e mobilizar a equipe para que o transplante aconteça.

Uma segunda falha está na falta de banco de olhos no país, com má distribuição dos existentes – são 30 bancos e sete estão em São Paulo. Amapá e Tocantins nem sequer possuem bancos especializados.

Iniciativa que deu certo
São Paulo conseguiu zerar a espera. Mas levou nove anos para reorganizar o sistema. Antes, a lista não era unificada e cada paciente se inscrevia por conta própria nos serviços.

Foi feito um mapeamento da região, com ênfase onde tinha muita demanda e falta de córneas. Hoje, São Paulo “exporta” 25% das córneas para outros Estados. O tempo de espera para a cirurgia é de até 15 dias.

Incentive a doação de orgãos e ajude a salvar vidas!

COMENTÁRIOS:

Comentários

4 Respostas para “Fila para transplante de córnea pode acabar”
  1. marcelo camilo disse:

    como posso fazer para me cadastrar na fila de tranplante de cornes.presciso muinto

  2. marcelo camilo disse:

    tudo bem

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