Desde que o alerta para o aquecimento global foi dado, teorias a respeito do assunto não param de surgir. Há quem diga que o homem é o principal responsável, outros não acreditam no fenômeno, ou acreditam que seja o processo natural do Planeta Terra. E acredite, há teorias de que o mundo está esfriando.

Apesar de todas essas crenças e descrenças, uma pesquisa do Datafolha mostra que 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global está de fato acontecendo. E 75% dizem que o homem contribui muito para as mudanças climáticas.

Que estamos conscientes de que atitudes do homem interferem e muito no Planeta ninguém dúvida. Só 5% acreditam que nossas atitudes não influenciam no aumento da temperatura, enquanto metade dos americanos tem essa opinião. Quanto maior o nível de escolaridade, maior é a crença de que o homem tem bastante influência no desenvolvimento do fenômeno.

QUERO AJUDAR O PLANETA TERRA, O QUE POSSO FAZER?

Vamos lá, podemos começar por hábitos diários. Veja pequenas atitudes:

Fechar a torneira enquanto escova os dentes

Não imprimir se não for necessário

Não lavar a calçada, apenas varrer

Separar o lixo em casa para reciclagem

Não jogar o óleo de cozinha na pia

Você toma alguma atitude para ajudar o meio-ambiente? Conte para nós e ajude mais pessoas a cuidar do Planeta!

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Comentários

3 Respostas para “Dia Mundial da Terra – Brasileiro acredita que homem contribui muito para o aquecimento global”
  1. O CONTEXTO ESTÁ SOFRENDO UMA PERIGOSA MUDANÇA: da discussão estamos passando rapidamente para um processo de polarização (sim x não), esquecendo que, possivelemente, podemos estar tratando das duas faces de uma mesma realidade. Este conflito está afastando de vez a sociedade da discusão e colocando o tema em quarentena. É iso que desejamos? O tempo dirá; mas ainda há tempo para “esperar o tempo”?
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

  2. roosevelt disse:

    Estamos desenvolvendo uma pesquisa na Região da Grande Vitória (ES) voltada ao estudo da percepção ambiental da sociedade (4 municípios) frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas. Não temos muita certeza se este elevado nível de percepção ambiental diante do tema, venha a ser configurado na nossa pesquisa. Vamos aguardar a conclusão da coleta de dados que ocorrerá este final de mês. Nossa pesquisa foi estruturada para um erro (para mais ou para menos) de 5% e um intervalo de confiança de 95%.

    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

  3. O segmento empresarial e as mudanças climáticas

    Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (Dez. / 2009) identificou que 97% das indústrias têm conhecimento do tema mudanças climáticas, com 33% admitindo conhecer bem o assunto. Em relação ao porte das empresas que admitem conhecer bem o tema, observa-se um equilíbrio entre as de pequeno (30,2%) e as de grande porte (36,5%), evidenciando que o conhecimento está identificado ao longo de toda a cadeia industrial.
    Para 47% das empresas afetadas em relação à obrigação de reduzir as suas emissões de gases com efeito estufa, acreditam que os custos serão significativos (17,2% não souberam responder). Os setores industriais que admitem ser afetados estão o de refino de petróleo, borracha, couro, vestuário, entre outras.
    No segmento industrial 69% acreditam que a preocupação com o meio ambiente é o estímulo mais representativo para que as empresas reduzam suas emissões de gases. O percentual de empresas que pretendem adotar medidas de redução das emissões passa de 42,7% no segmento das pequenas para 66,4% entre as grandes empresas. Destaque para os setores de álcool, bebidas e borracha.
    A sondagem especial da CNI evidencia que 62% das indústrias que conhecem o tema mudanças climáticas já adotaram ou pretendem adotar ações que reduzam suas emissões de gases. O destaque entre as que já adotaram ações concretas fica com os setores de álcool (91,7%), borracha (80,0%) e refino de petróleo (72,7%).
    Observa-se que 75% das indústrias pesquisadas reduziram ou pretendem reduzir o consumo de energia tendo como objetivo a redução de suas emissões de gases estufa. Estas ações se prendem a redução do consumo (74,9%), a substituição de fontes de energia (42,6%) seguido da instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), merecendo destaque que entre as empresas que admitiram não adotarem nenhuma ação nos próximos dois anos, destaca-se a doção do processo de inventário de suas emissões, informação básica para qualquer empresa iniciar qualquer processo de intervenção em relação à redução das emissões.
    Entre os fatores que levam as indústrias a atuarem em termos de redução de suas emissões tem-se: preocupação com o meio ambiente (69,2%), imagem no mercado (44,0%), exigência legal (31,4%), incentivo fiscal ou creditício (28,0%), demanda dos clientes (12,8%) e oportunidades de lucro (11,0%).
    Quando perguntados a respeito do impacto sobre as empresas decorrentes das ações a serem adotadas, observa-se que a opção “não sabe” oscilou (comparativamente entre os grupos que admitem conhecer pouco e conhecer bem o problema das mudanças climáticas) entre 4,8% e 23,4%. A opção “não afeta os negócios da empresa” varia, na mesma escala de comparação, entre 24,7% e 33,8%.
    Entre as ações adotadas pelas empresas tem-se: redução do consumo de energia (74,9%), substituição de fontes de energia para outras de menor nível de emissão (42,6%), instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), desenvolvimento de projetos que compensem as emissões (24,3%), estímulo aos fornecedores para que reduzam suas emissões (21,9%), elaboração de inventário de suas emissões (19,4%) e financiamento de ações desenvolvidas por terceiros (2,8%).
    No fim de Maio para saber o que a sociedade da Grande Vitória pensa a respeito desse mesmo tema, pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, que trará informações importantes para melhor conhecer o cenário das mudanças climáticas.

    Roosevelt S. Fernandes
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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