No editorial assinado hoje, 4 de dezembro, por Ruy Castro na Folha de São Paulo ele comenta o poder que as imagens têm sobre nós, principalmente, nos dias atuais:

“Não importa onde se esteja, na rua, na arquibancada do Maracanã ou nas catacumbas de um gabinete oficial em Brasília, há sempre uma microcâmera camuflada, afixada num poste, no teto ou numa lapela de paletó, captando vídeo e áudio do que se está passando”.

Vivemos num constante “Big Brother” onde só conseguimos escapar das lentes de outrém dentro de nossas casas (ou quartos). Adolescentes filmam atos sexuais dentro das escolas, sob as câmaras de vigilância da instituição. Câmeras, câmeras, câmeras… Fica difícil até mesmo para o governador do DF, José Roberto Arruda, se esquivar delas.

Mas, afinal, elas são uma maneira de prevenir e uma prova para identificar ações ilegais ou mais uma imagem superficial da nossa realidade que só servem para mostrar o que “eles” querem?

Em algumas empresas, a prática da vigilância corporativa não se limita a política de segurança contra ameaças externas. Dentro dos escritórios, das áreas de convivência e até dos banheiros de alguns empreendimentos há câmaras para seguirem cada passo dos colaboradores.

Você acha que esta medida é válida para prevenir roubos, furtos e ações anti-éticas dentro das empresas ou elas devem contar com a confiança no seu colaborador? Por sua vez, os funcionários se sentem reprimidos pela desconfiança dos seus superiores e pela política da empresa e isso pode até afetar sua produtividade?

Conte para nós como funciona com você e sua empresa!

COMENTÁRIOS:

Comentários

Uma Resposta para ““Big Brother” empresarial”
  1. visitante disse:

    Na empresa em que trabalho é nítida a falta de confiança da proprietária, sempre carrasca, grosseira e truculenta. Todos lá se sentem revoltados e frustrados em relação a administração. É controlado por ela em berros itens supérfulos com mesquiaría, água, copo descartável e papel higiênico. Enquanto ela fatura muito dinheio e paga o mínimo por lei ao funcionário. O clima de insatisfação se multiplicou depois das câmeras, pois a qualquer hora ela liga com a perversidade típica para perturbar os funcionarios com reclamações infundadas. É um terror que transformou a insatisfação tamanha que quando a empresa tem prejuízo, como um raio que caiu lá o ano passado, todos comemoram.

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