Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstrou que houve uma queda de 17% no número de internações por infarto desde a entrada em vigor de leis restritivas ao cigarro, como a da capital paulista. O resultado foi baseado em estudo feito em cinco países.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do programa de tratamento de tabagismo do Incor – Hospital das Clínicas nos lembra que há dois movimentos quando se veta o cigarro em ambientes fechados: Os não fumantes deixam de inalar a fumaça e os dependentes do cigarro por consequência natural diminuem o consumo.

A redução brutal de monóxido de carbono, que afeta a chamada função endotelial (responsável pela preservação da saúde dos vasos sanguíneos) contribui significamente para que ao longo do tempo o número de internações por infarto diminua.

Se fizéssemos uma comparação dos números americanos aplicados para São Paulo o resultado seria 3147 mortes a menos entre agosto deste ano (quando a lei passou a vigorar) até agosto de 2010. Em três anos a projeção prevê que o número a menos de morte chegaria a 5554.

*Com informações da FSP.

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